"Ler faz bem à alma. Como melodia agradável para mim, uma música que entra no meu coração e traz boas lembranças ou simplesmente que preenche um vazio sonoro. Quando tiver a oportunidade de ler um livro, preste atenção no sentido da história. Leia, reflita, cante, e por fim, se encante. " Autora: Ana Elisa
sábado, 8 de dezembro de 2012
Dica de Natal!
"Tempo de festa, tempo de presentear quem você ama. E por que não fazer desse momento uma ocasião para estimular a leitura? Livros de presente, o melhor e mais especial. Feliz Natal!!!" (Ler faz bem à saúde)
As irmãs vampiras: uma delícia de amiga - Franziska Gehm
"Precisa-se de uma amiga com urgência! Senão Daka e Silvânia voltarão imediatamente para a Transilvânia. Lá, pelo menos, elas podiam voar sossegadas e ir para a escola durante a noite. Agora, depois de mudarem om seus pais para uma nova cidade, a coisa vai ser bem diferente - o perigo espreita em cada esquina. Alguém pode, por favor, explicar como se anda de escada rolante? E como se faz para o ônibus parar no ponto? Até mesmo o primeiro dia de aula pode ser uma verdadeira catástrofe! Com uma amiga por perto, tudo pode ser diferente... será que é pedir demais?"
sábado, 10 de novembro de 2012
Quadrilha - Carlos Drummond de Andrade
"João amava Tereza que amava Raimundo
que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili
que não amava ninguém.
João foi para os Estados Unidos, Tereza para o convento,
Raimundo morreu de desatre, Maria ficou pra tia,
Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandes
que não tinha entrado na história."
(Carlos Drummond de Andrade, Alguma poesia)
que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili
que não amava ninguém.
João foi para os Estados Unidos, Tereza para o convento,
Raimundo morreu de desatre, Maria ficou pra tia,
Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandes
que não tinha entrado na história."
(Carlos Drummond de Andrade, Alguma poesia)
Vidas Secas - Gaciliano Ramos
"Mas quando a fazenda se despovoou, viu que tudo estava perdido, combinou a viagem com a mulher, matou o bezerro morrinhento que possuíam, salgou a carne, largou-se com a família, sem se despedir do amo."
(Trecho do livroVidas Secas)
(Trecho do livroVidas Secas)
Erro de português - Oswald de Andrade
"Quando o português chegou
Debaixo duma bruta chuva
Vestiu índio
Que pena!
Fosse uma manhã de sol
O índio tinha despido
O português"
Debaixo duma bruta chuva
Vestiu índio
Que pena!
Fosse uma manhã de sol
O índio tinha despido
O português"
O Recruta - Oswald de Andrade
"O noivo da moça
Foi para a guerra
E prometeu se morresse
Vir escutar ela tocar piano
Mas ficou para sempre no Paraguai."
Foi para a guerra
E prometeu se morresse
Vir escutar ela tocar piano
Mas ficou para sempre no Paraguai."
Vício na fala - Oswald de Andrade
" Para dizerem milho dizem mio
Para melhor dizem mió
Para pior pió
Para telha dizem teia
Para telhado dizem teiado
E vão fazendo telhados. "
Para melhor dizem mió
Para pior pió
Para telha dizem teia
Para telhado dizem teiado
E vão fazendo telhados. "
sábado, 3 de novembro de 2012
O Fantasma da Ópera - Gaston Leroux
“A mais espantosa e fantástica das histórias” - New York Times Book Review
"Que aterrorizante segredo esconde-se nos subterrâneos da Ópera de Paris? Que mistério atormenta um dos mais majestosos palácios dedicados à arte na capital francesa? Uma das histórias de terror e amor mais famosas do século XX, O fantasma da Ópera combina romance e suspense para narrar o triângulo amoroso entre a linda e talentosa cantora lírica Christine Daaé, o frágil e apaixonado visconde Raoul de Chagny e o sinistro e obcecado gênio da música que habita os porões do teatro. Com contornos de relato histórico, a narrativa conduz o leitor pelos labirintos da Ópera e do coração humano, revelando o que há de mais obscuro em ambos.
Adaptado inúmeras vezes para o cinema e o teatro, O fantasma da Ópera virou um fenômeno do showbiz mundial após ser transformado em musical pelas mãos de Andrew Lloyd Webber, em 1986. Até hoje em cartaz, é o espetáculo mais visto e de maior sucesso da Broadway."
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
Indicações de Livro (Halloween)
Esses livros, eu li e vi em um blog, "Minha vida por um livro" - Marina Moura (Nina) e achei muito interessante e resolvi postar aqui como um "Especial de Halloween".
Com um começo sombrio e violento, diferente do seu habitual, o escritor inglês provoca arrepios no leitor. A história do bebê sortudo e fujão começa quando ele chega à rua e sobe a colina em direção ao velho cemitério. Ele é perseguido pelo assassino de seus familiares, o homem chamado Jack. Já dentro do cemitério o neném conhece os habitantes do local. Fantasmas de outras épocas que vivem em suas covas e mausoléus e que por circunstâncias do destino são forçados a adotar e batizar o bebê, agora chamado de Ninguém Owens, o Nin, para salvá-lo do seu perseguidor.
Com ternura e talento, Gaiman narra as aventuras de Ninguém pelos caminhos do cemitério. Entre lápides e covas, junto a velhos fantasmas, almas penadas e até mesmo uma feiticeira enforcada, o leitor acompanha o crescimento de Nin, desde um pequeno bebê, até um jovem adolescente. Mas mesmo depois de todo este tempo a sombra do seu perseguidor ainda paira sobre o jovem. E o destino caminha para um embate final entre os dois, quando Ninguém descobre muito mais do que esperava sobre o mundo e as pessoas.
Assim como fez em Coraline e Os Lobos dentro das Paredes, Neil Gaiman cria um mundo fantástico e fascinante, desta vez dentro de um pequeno cemitério. Ninguém e seus companheiros de cemitério são personagens adoráveis e mesmo os mortos são cheios de vida e alegria como raramente se acha em outros livros. Mais uma vez com o acompanhamento de luxo das belas (e sombrias) ilustrações de seu velho colaborador Dave Mckean, Gaiman apresenta um livro estupendo. E fica claro porque é um dos mais badalados escritores da atualidade. Com toda justiça."
1-
"Polly é a mais antiga amiga de Rose. Então quando ela liga para dar a notícia que seu marido morreu, Rose não pensa duas vezes ao convidá-la para ficar em sua casa. Ela faria qualquer coisa pela amiga; sempre foi assim. Polly sempre foi si
ngular — uma das qualidades que Rose mais admirava nela — e desde o momento em que ela e seus dois filhos chegaram na porta de Rose, fica óbvio que ela não é uma típica viúva. Mas quanto mais Polly fica na casa, mais Rose pensa o quanto a conhece. Ela não consegue parar de pensar, também, se sua presença tem algo a ver com o fato de Rose estar perdendo o controle de sua família e sua casa. Enquanto o mundo de Rose é meticulosamente destruído, uma coisa fica clara: tirar Polly da casa está cada vez mais difícil."
2-
"Enquanto seus pais e irmã são impiedosamente assassinados por um misterioso homem chamado Jack, um bebê consegue escapar de seu berço e se aventurar pelo mundo. Uma série de coincidências, aliada a uma grande dose de sorte, salva o pequeno
de ter um destino tão trágico quanto o de sua família. Este é o cartão de visitas de O Livro do Cemitério, mais nova obra do cultuado britânico Neil Gaiman. Ganhador da medalha John Newberry, a mais prestigiada premiação da literatura infantojuvenil norte-americana, o livro permaneceu na lista dos mais vendidos do The New York Times por mais de 50 semanas e chega agora às livrarias do país.
Com um começo sombrio e violento, diferente do seu habitual, o escritor inglês provoca arrepios no leitor. A história do bebê sortudo e fujão começa quando ele chega à rua e sobe a colina em direção ao velho cemitério. Ele é perseguido pelo assassino de seus familiares, o homem chamado Jack. Já dentro do cemitério o neném conhece os habitantes do local. Fantasmas de outras épocas que vivem em suas covas e mausoléus e que por circunstâncias do destino são forçados a adotar e batizar o bebê, agora chamado de Ninguém Owens, o Nin, para salvá-lo do seu perseguidor.
Com ternura e talento, Gaiman narra as aventuras de Ninguém pelos caminhos do cemitério. Entre lápides e covas, junto a velhos fantasmas, almas penadas e até mesmo uma feiticeira enforcada, o leitor acompanha o crescimento de Nin, desde um pequeno bebê, até um jovem adolescente. Mas mesmo depois de todo este tempo a sombra do seu perseguidor ainda paira sobre o jovem. E o destino caminha para um embate final entre os dois, quando Ninguém descobre muito mais do que esperava sobre o mundo e as pessoas.
Assim como fez em Coraline e Os Lobos dentro das Paredes, Neil Gaiman cria um mundo fantástico e fascinante, desta vez dentro de um pequeno cemitério. Ninguém e seus companheiros de cemitério são personagens adoráveis e mesmo os mortos são cheios de vida e alegria como raramente se acha em outros livros. Mais uma vez com o acompanhamento de luxo das belas (e sombrias) ilustrações de seu velho colaborador Dave Mckean, Gaiman apresenta um livro estupendo. E fica claro porque é um dos mais badalados escritores da atualidade. Com toda justiça."
3-
"A antiga Casa Azul nunca foi cenário de boas histórias. Há mais de cem anos, dizem, era lar de sete bruxas que foram queimadas na fogueira e que juraram vingança. Mas é quando Malena, seus pais e seus seis irmãos mais velhos se mudam para
lá que a lenda se prova verdade. Coisas estranhas começam a acontecer sempre que ela se exalta, e, de repente, ela se descobre cercada por um passado que ela até então desconhecia, e condenada a consertar os erros de uma vida passada. E, quando os velhos inimigos começam a aparecer, Malena vai perceber que certos sentimentos se carregam para além da vida."
4-
"Ignatius Perrish sempre foi um homem bom. Tinha uma família unida e privilegiada, um irmão que era seu grande companheiro, um amigo inseparável e, muito cedo, conheceu Merrin, o amor de sua vida. Até que uma tragédia põe fim a toda essa fe
licidade: Merrin é estuprada e morta e ele passa a ser o principal suspeito. Embora não haja evidências que o incriminem, também não há nada que prove sua inocência. Todos na cidade acreditam que ele é um monstro. Um ano depois, Ig acorda de uma bebedeira com uma dor de cabeça infernal e chifres crescendo em suas têmporas. Descobre também algo assustador: ao vê-lo, as pessoas não reagem com espanto e horror, como seria de esperar. Em vez disso, entram numa espécie de transe e revelam seus pecados mais inconfessáveis. Um médico, o padre, seus pais e até sua querida avó, ninguém está imune a Ig. E todos estão contra ele. Porém, a mais dolorosa das confissões é a de seu irmão, que sempre soube quem era o assassino de Merrin, mas não podia contar a verdade. Até agora. Sozinho, sem ter aonde ir ou a quem recorrer, Ig vai descobrir que, quando as pessoas que você ama lhe viram as costas e sua vida se torna um inferno, ser o diabo não é tão mau assim. "
5-
"Diana Bishop passou a vida inteira tentando negar a sua verdadeira identidade. Filha única de pais bru
xos, ela se torna órfã aos sete anos de idade e passa a rejeitar as suas habilidades mágicas, determinada a se parecer o máximo possível com os humanos. Contudo, Diana acaba descobrindo acidentalmente um misterioso manuscrito escondido há muito tempo nos arquivos da biblioteca Bodleiana, em Oxford, e se vê forçada a encarar o legado que tentara ignorar de todas as maneiras. O manuscrito, conhecido como Ashmole 782, tem um poder ao mesmo tempo tentador e intimidador. Diana rapidamente o devolve ao arquivo, ansiosa para retornar a sua vida normal. Sem se dar conta, ela descobre uma obra capaz de destravar todos os segredos do seu mundo e, com isso, iniciar uma guerra – tornando-a o principal alvo dessa batalha.
Deborah Harkness utiliza o seu rico conhecimento sobre alquimia e história da feitiçaria para criar uma eletrizante história recheada de magia, aventura e romance. A descoberta das bruxas mostra a luta de Diana para aceitar o legado mágico de sua família, o crescente entendimento da guerra que ela própria iniciou e a perigosa aliança que faz com o charmoso geneticista Matthew Clairmont, um vampiro de 1500 anos de idade.
A descoberta das bruxas é um romance que se passa em um mundo repleto de encantamento e perigo, de bruxaria e ciência, um romance sofisticado e inteligente que mescla o clássico suspense sobrenatural com a inteligência de Deborah Harkness, uma acadêmica respeitada e uma habilidosa contadora de histórias."
Deborah Harkness utiliza o seu rico conhecimento sobre alquimia e história da feitiçaria para criar uma eletrizante história recheada de magia, aventura e romance. A descoberta das bruxas mostra a luta de Diana para aceitar o legado mágico de sua família, o crescente entendimento da guerra que ela própria iniciou e a perigosa aliança que faz com o charmoso geneticista Matthew Clairmont, um vampiro de 1500 anos de idade.
A descoberta das bruxas é um romance que se passa em um mundo repleto de encantamento e perigo, de bruxaria e ciência, um romance sofisticado e inteligente que mescla o clássico suspense sobrenatural com a inteligência de Deborah Harkness, uma acadêmica respeitada e uma habilidosa contadora de histórias."
6-
"Há vinte e cinco anos, Susan Morrow deixou Edward Sheffield, seu primeiro marido. Certo dia, em sua nova casa, no subúrbio, onde mora com o segundo marido e os três filhos, ela recebe, pelo correio, um embrulho que contém o manuscrito do p
rimeiro romance de Edward. Ele lhe pede que leia seu livro: Susan sempre foi sua melhor crítica, justifica.
Ao iniciar a leitura, Susan é arrastada para dentro da vida do personagem Tony Hastings, um professor de matemática que leva a família de carro para a casa de veraneio no Maine. Quando a vida comum e civilizada dos Hastings é desviada de seu curso de forma violenta e desastrosa, Susan se vê às voltas com seu passado, obrigada a encarar a própria escuridão e a dar um nome para o medo que corrói seu futuro e que vai mudar sua vida.
Publicada pela primeira vez em 1993, esta obra de Austin Wright teve nova edição, dezessete anos depois de seu lançamento, por se tratar, segundo seus editores americanos, da 'mais impressionante obra de arte da ficção americana desde Revolutionary Road, de Richard Yeats', publicado no Brasil como Foi apenas um sonho."
Ao iniciar a leitura, Susan é arrastada para dentro da vida do personagem Tony Hastings, um professor de matemática que leva a família de carro para a casa de veraneio no Maine. Quando a vida comum e civilizada dos Hastings é desviada de seu curso de forma violenta e desastrosa, Susan se vê às voltas com seu passado, obrigada a encarar a própria escuridão e a dar um nome para o medo que corrói seu futuro e que vai mudar sua vida.
Publicada pela primeira vez em 1993, esta obra de Austin Wright teve nova edição, dezessete anos depois de seu lançamento, por se tratar, segundo seus editores americanos, da 'mais impressionante obra de arte da ficção americana desde Revolutionary Road, de Richard Yeats', publicado no Brasil como Foi apenas um sonho."
7-
"Mary sabe pouco sobre o passado ou sobre o porquê de no mundo existirem dois tipos de pessoas: os que residem na sua vila e os mortos-vivos do lado de fora da cerca, que vivem de devorar a carne dos vivos. As Irmãs protegem a Vila e promov
em a continuidade da raça Humana. Depois de a sua mãe ser mordida e se juntar aos amaldiçoados, Mary é enviada às Irmãs para se preparar para o Casamento com o seu amigo Harry. Mas as cercas são quebradas e o mundo que Mary conhece desaparece para sempre. Mary, Harry, Travis, que Mary ama mas que está prometido à sua melhor amiga, o irmão de Mary, a sua mulher e um pequeno órfão partem rumo ao desconhecido em busca de um lugar seguro, respostas às suas perguntas e uma razão para continuar a viver."
8-
"A história começa quando Jonathan Harker, um jovem advogado, vai para a Transilvânia a negócios. Ao chegar nesse estranho país, Jonathan fica encanto com as diferenças culturais e com as belíssimas paisagens. Entretanto, a maravilhosa viag
em começa a se tornar estranha. Acontecimentos no mínimo sinistros na beira das perigosas estradas, além do comportamento estranho do povo daquele país assustam Jonathan. Mas, quando o advogado chega ao seu destino final, um castelo completamente isolado no meio das montanhas, seus temores parecem se dissipar."
“Os uivos dos lobos pareciam cada vez mais próximos, como se nos envolvessem, vindos de todos os lados.”
(Pág. 28)
“Os uivos dos lobos pareciam cada vez mais próximos, como se nos envolvessem, vindos de todos os lados.”
(Pág. 28)
terça-feira, 30 de outubro de 2012
Conto de Edgar Allan Poe
Ligeia é uma mulher pálida e frágil, de longas tranças negras e olhos grandes cor de ébano, de uma beleza singular. Ligeia é dotada de uma vasta cultura e de uma indomável vontade de viver.
(Conto de Edgar Allan Poe)
(Conto de Edgar Allan Poe)
sábado, 22 de setembro de 2012
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
Julieta Imortal - Stacey Jay
"Ela lutará pela luz, e ele pela escuridão.
Lutando por séculos pela doce centelha do amor.
Sempre que duas almas se amarem de verdade,
vocês os encontrarão, a corajosa Julieta,
e Romeu, o desertor."
- Cântico italiano medieval, autor desconhecido.
Lutando por séculos pela doce centelha do amor.
Sempre que duas almas se amarem de verdade,
vocês os encontrarão, a corajosa Julieta,
e Romeu, o desertor."
- Cântico italiano medieval, autor desconhecido.
domingo, 16 de setembro de 2012
"É que eu sempre usei livro pra tudo...
Pra saber ler,
Pra altear pé de mesa,
Pra aprender a usar a imaginação,
Pra enfeitar sala, quarto, a casa toda,
Pra ter companhia dia e noite,
Pra aprender a escrever,
Pra sentar em cima,
Pra rir, pra gostar de pensar,
Pra ter apoio num papo,
Pra matar pernilongo,
Pra travesseiro,
Pra chorar de emoção,
Pra firmar prateleiras,
Pra jogar na cabeça do outro na hora da raiva,
Pra me-abraçar-com, pra banquinho pro pé.
Eu sempre usei livro pra tanta coisa, que a coisa que mais me espanta é ver gente vivendo sem livro."
(Lygia Bojunga Feito à mão)
Pra saber ler,
Pra altear pé de mesa,
Pra aprender a usar a imaginação,
Pra enfeitar sala, quarto, a casa toda,
Pra ter companhia dia e noite,
Pra aprender a escrever,
Pra sentar em cima,
Pra rir, pra gostar de pensar,
Pra ter apoio num papo,
Pra matar pernilongo,
Pra travesseiro,
Pra chorar de emoção,
Pra firmar prateleiras,
Pra jogar na cabeça do outro na hora da raiva,
Pra me-abraçar-com, pra banquinho pro pé.
Eu sempre usei livro pra tanta coisa, que a coisa que mais me espanta é ver gente vivendo sem livro."
(Lygia Bojunga Feito à mão)
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
Os Poemas - Mário Quintana
OS POEMAS
Os poemas são pássaros que chegam
não se sabe de onde e pousam
no livro que lês.
Quando fechas o livro, eles alçam vôo
como de um alçapão.
Eles não têm pouso
nem porto;
alimentam-se um instante em cada
par de mãos e partem.
E olhas, então, essas tuas mãos vazias,
no maravilhado espanto de saberes
que o alimento deles já estava em ti...
Mário Quintana
Os poemas são pássaros que chegam
não se sabe de onde e pousam
no livro que lês.
Quando fechas o livro, eles alçam vôo
como de um alçapão.
Eles não têm pouso
nem porto;
alimentam-se um instante em cada
par de mãos e partem.
E olhas, então, essas tuas mãos vazias,
no maravilhado espanto de saberes
que o alimento deles já estava em ti...
Mário Quintana
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
O Conto dos Três Irmãos - Harry Potter
" Era uma vez três irmãos que caminhavam por uma estrada solitária e sinuosa ao crepúsculo, a certa altura, os irmãos chegaram a um rio demasiado fundo para passar a pé e demasiado perigoso para atravessar a nado. Contudo, esses irmãos eram exímios em artes magicas, por isso limitaram-se a agitar as varinhas e fizeram aparecer uma ponte sobre as aguas traiçoeiras. Iam a meio desta quando encontraram o caminho bloqueado por uma figura encapuzada. E a Morte falou-lhes. Estava zangada por ter sido defraudada em três novas vítimas, pois normalmente os viajantes afogavam-se no rio. Mas a Morte era astuta.
Fingiu felicitar os três irmãos pela sua magia e disse que cada um deles havia ganho um prémio por ter sido suficientemente esperto para a evitar. E assim, o irmão mais velho, que era um homem combativo, pediu uma varinha mais poderosa que todas as que existissem: uma varinha que vencera a Morte! Portanto a Morte foi até um velho sabugueiro na margem do rio, moldou uma varinha de um ramo tombado e deu-a ao irmão mais velho. Depois, o segundo irmão, que era um homem arrogante, decidiu que queria humilhar ainda mais a Morte e pediu o poder de trazer outros de volta da Morte. Então a Morte pegou numa pedra da margem do rio e deu-a ao segundo irmão, dizendo-lhe que a pedra teria o poder de fazer regressar os mortos. E depois a Morte perguntou ao terceiro irmão, o mais jovem, do que gostaria ele. O irmão mais novo era o mais humilde e também o mais sensato dos irmãos, e não confiava na Morte. Por isso, pediu qualquer coisa que lhe permitisse sair daquele local sem ser seguido pela Morte. E esta, muito contrariada, entregou-lhe o seu próprio Manto de Invisibilidade. Depois a Morte afastou-se e permitiu que os três irmãos prosseguissem o seu caminho, e eles assim fizeram, falando com espanto a aventura que tinham vivido, e admirando os presentes da Morte.
A seu tempo, os irmãos separaram-se, seguindo cada um o seu destino.O primeiro irmão continuou a viajar durante uma semana ou mais e, ao chegar a uma vila distante, foi procurar um outro feiticeiro com quem tinha desavenças. Naturalmente, com a Varinha do Sabugueiro como arma, não podia deixar de vencer o duelo que se seguiu. Abandonando o inimigo morto estendido no chão, o irmão mais velho dirigiu-se a uma estalagem onde se gabou, alto e bom som, da poderosa varinha que arrancara à própria Morte, e que o tornava invencível.Nessa mesma noite, outro feiticeiro aproximou-se silenciosamente do irmão mais velho, que se achava estendido na sua cama, encharcando em vinho. O ladrão roubou a varinha e, à cautela, cortou o pescoço ao irmão mais velho.Assim a Morte levou consigo o irmão mais velho. Entretanto, o segundo irmão viajara para sua casa, onde vivia sozinho. Aí, pegou na pedra que tinha o poder de fazer regressar os mortos, e fê-la girar três vezes na mão. Para seu espanto e satisfação, a figura da rapariga que em tempos esperava desposar, antes da sua morte prematura, apareceu imediatamente diante dele.No entanto, ela estava triste e fria, separada dele como que por um véu. Embora tivesse voltado ao mundo mortal, não pertencia verdadeiramente ali, e sofria. Por fim o segundo irmão louco de saudades não mitigadas, suicidou-se para se juntar verdadeiramente com ela. E assim a Morte levou consigo o segundo irmão. Mas embora procurasse durante muitos anos o terceiro irmão, a Morte nunca conseguiu encontra-lo. Só ao atingir uma idade provecta é que o irmão mais novo tirou finalmente o manto de invisibilidade e deu ao seu filho. E então acolheu a Morte como uma velha amiga, e foi com ela satisfeito e, como iguais, abandonaram esta vida."
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
O Menino Maluquinho - Ziraldo
Livro: O Menino Maluquinho
Autor: Ziraldo
Leitura Online: http://www.omeninomaluquinho.com.br/Online/default.asp
sábado, 1 de setembro de 2012
domingo, 26 de agosto de 2012
"Enquanto os homens se contentaram com suas cabanas rústicas, enquanto se limitaram a costurar com espinhos ou com cerdas de suas roupas de peles, a enfeitar-se com plumas e conchas, a pintar o corpo com várias cores, a aperfeiçoar ou embelezar seus arcos e flechas, a cortar com pedras agudas alguns instrumentos grosseiros de música - em uma palavra: enquanto só se dedicaram a obras que um único homem podia criar, e às artes que não solicitavam o concurso de várias mãos, viveram tão livres, sadios, bons e felizes quanto o poderiam por sua natureza, e continuaram a gozar entre si das douçuras de um comércio independente; mas, desde o instante em que um homem sentiu necessidade do socorro de outro, desde que se ppercebeu ser útil a um só contar com provisões para dois, desapareceu a igualdade, introduziu-se a propriedade, o trabalho tornou-se necessário e as vastas florestas tranformaram-se em campos aprazíveis que impôs regar com o suor dos homens e nos quais logo se viu a escravidão e a miséria germinarem e crescerem com as colheitas."
(Jean-Jacques Rousseau, Discurso sobre a Origem e os Fundamentos da Desigualdade entre os Homens. In Os Pensadores, São Paulo, Editora Abril, s/d, vol. 6, p. 264-265, trad. de Lurdes Santos Machado.)
(Jean-Jacques Rousseau, Discurso sobre a Origem e os Fundamentos da Desigualdade entre os Homens. In Os Pensadores, São Paulo, Editora Abril, s/d, vol. 6, p. 264-265, trad. de Lurdes Santos Machado.)
sábado, 25 de agosto de 2012
Os Três Mosqueteiros em Cordel - Klévisson Viana
Autor: Klévisson Viana
Ilustrações: Coruja
Temas: aventura, companheirismo, disputa de poder, política, religião, clássico da literatura universal.
*A partir de 13 anos
"A famosa história dos mosqueteiros contada de um jeito todo especial. 'Um por todos e todos por um!' Uma das mais famosas aventuras 'de capa e de espada' que fizeram a delícia de muitas gerações é recontada aqui em formato de cordel. Com uma riqueza de rimas e imagens, o autor presenteia seus leitores com a história dos três mosqueteiros - que eram quatro, pois não se pode esquecer de D'Artagnan! - , fiéis escudeiros do rei francês Luís XIII. Um jeito bem brasileiro de contar uma história conhecida e admirada mundialmente."
Ilustrações: Coruja
Temas: aventura, companheirismo, disputa de poder, política, religião, clássico da literatura universal.
*A partir de 13 anos
"A famosa história dos mosqueteiros contada de um jeito todo especial. 'Um por todos e todos por um!' Uma das mais famosas aventuras 'de capa e de espada' que fizeram a delícia de muitas gerações é recontada aqui em formato de cordel. Com uma riqueza de rimas e imagens, o autor presenteia seus leitores com a história dos três mosqueteiros - que eram quatro, pois não se pode esquecer de D'Artagnan! - , fiéis escudeiros do rei francês Luís XIII. Um jeito bem brasileiro de contar uma história conhecida e admirada mundialmente."
Mão que Conta História - Márcia Leite
Autora: Márcia Leite
Ilustrações: Taline Schubach
Temas: respeito às diferenças, a importância de contar histórias, o uso da imaginação para resolver problemas.
*A partir de 7 anos
"Nesse livro, Márcia Leite nos revela todo seu surpreendente talento narrativo e original capacidade de lidar com as palavras. Ao estabelecer uma história em que as diferenças unem as personagens (que são duas irmãs), uma com deficiência visual e a outra não, a autora nos sensibiliza e nos mostra as possibilidades de um texto literário. Ela nos faz perceber as tantas escritas que o corpo possui. E mais: é olhando com os olhos da alma que Márcia nos diz que outros diálogos são possíveis e que o amor tem muitas mãos."
Ilustrações: Taline Schubach
Temas: respeito às diferenças, a importância de contar histórias, o uso da imaginação para resolver problemas.
*A partir de 7 anos
"Nesse livro, Márcia Leite nos revela todo seu surpreendente talento narrativo e original capacidade de lidar com as palavras. Ao estabelecer uma história em que as diferenças unem as personagens (que são duas irmãs), uma com deficiência visual e a outra não, a autora nos sensibiliza e nos mostra as possibilidades de um texto literário. Ela nos faz perceber as tantas escritas que o corpo possui. E mais: é olhando com os olhos da alma que Márcia nos diz que outros diálogos são possíveis e que o amor tem muitas mãos."
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
sábado, 18 de agosto de 2012
sexta-feira, 20 de julho de 2012
quinta-feira, 19 de julho de 2012
Diferença entre MAS e MAIS
MAS:
(latim magis, mais)
conj.
1. Designativa de oposição (ex.: é um aluno fraco, mas esforçado) ou restrição (ex.: irei, mas com uma condição).
2. Ora.
s. m. 2 núm.
3. Defeito, senão.
4. Dificuldade, obstáculo. adv.
5. Indica reforço ou ênfase (ex.: estou cansado, mas muito cansado; mas que estupidez).
mas também: indica adição; e até (geralmente antecedido por não só).
MAIS:
(latim magis)
adv.
1. Em maior quantidade.
2. Em maior grau.
3. Outra vez.
4. Antes, melhor, preferentemente.
5. Além.
6. Ainda.
det. e pron. indef.
7. Maior quantidade.
s. m.
8. O resto, o restante.
9. Maior quantidade ou maior quantia.
10. Outra coisa.
s. m. pl.
11. Os outros.
de mais: para além da medida ou da intensidade considerada normal; em demasia ou em excesso.
de mais a mais: para além do que foi dido anteriormente; ainda em cima.
mais que tudo: principalmente, mormente, em primeiro lugar.
por de mais: debalde, inutilmente. em demasia ou em excesso.
Fonte: Dicionário Priberam
(latim magis, mais)
conj.
1. Designativa de oposição (ex.: é um aluno fraco, mas esforçado) ou restrição (ex.: irei, mas com uma condição).
2. Ora.
s. m. 2 núm.
3. Defeito, senão.
4. Dificuldade, obstáculo. adv.
5. Indica reforço ou ênfase (ex.: estou cansado, mas muito cansado; mas que estupidez).
mas também: indica adição; e até (geralmente antecedido por não só).
MAIS:
(latim magis)
adv.
1. Em maior quantidade.
2. Em maior grau.
3. Outra vez.
4. Antes, melhor, preferentemente.
5. Além.
6. Ainda.
det. e pron. indef.
7. Maior quantidade.
s. m.
8. O resto, o restante.
9. Maior quantidade ou maior quantia.
10. Outra coisa.
s. m. pl.
11. Os outros.
de mais: para além da medida ou da intensidade considerada normal; em demasia ou em excesso.
de mais a mais: para além do que foi dido anteriormente; ainda em cima.
mais que tudo: principalmente, mormente, em primeiro lugar.
por de mais: debalde, inutilmente. em demasia ou em excesso.
Fonte: Dicionário Priberam
Auto da Compadecida - Ariano Suassuna
"O 'Auto da Compadecida', de Ariano Suassuna, consegue o equilíbrio perfeito entre a tradição popular e a elaboração literária ao recriar para o teatro episódios registrados na tradição popular do cordel. Esta nova edição é revista pelo autor. O livro traz, ainda, o texto de apresentação de Bráulio Tavares e desenhos e pinturas de Romero de Andrade Lima."
Byte Coração - Rita Espeschit
"Este livro fala da 'relação virtual' entre um garoto e uma menina de treze anos e a mãe dele, que consegue, através de mensagens via Internet, reconquistar a amizade e a confiança do seu filho. Em meio a 'nick-names', 'chats', 'bytes' e 'kbytes' as personagens se perdem e se encontram, sofrem, brigam e se entendem, no eterno conflito de sentimentos entre as pessoas. A autora oferece um glossário com alguns termos utilizados na Internet, para aqueles que não estão familiarizados com a rede. "
O Menino que Quase Morreu Afogado no Lixo - Ruth Rocha
"Ronaldinho era um garoto comum, mas com uma característica muito forte: não gostava de arrumação, de limpeza, de jogar lixo fora... Um dia, os pais do Ronaldinho foram viajar e o menino ficou sozinho em casa. Como ele não gostava de arrumação, de limpeza, de jogar lixo fora, a sujeira foi acumulando, acumulando e... Você nem pode imaginar o que aconteceu..."
O Menestrel - William Shakespeare
"Um dia você aprende...
Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se. E que companhia nem sempre significa segurança. Começa a aprender que beijos não são contratos e que presentes não são promessas.
Começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.
Aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.
Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo.
E aprende que, não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam… E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso.
Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.
Descobre que se leva anos para construir confiança e apenas segundos para destruí-la…
E que você pode fazer coisas em um instante das quais se arrependerá pelo resto da vida. Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias.
E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida.
E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher.
Aprende que não temos de mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam…
Percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos. Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa… por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas; pode ser a última vez que as vejamos.
Aprende que as circunstâncias e os ambientes têm influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos. Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser.
Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto.
Aprende que não importa onde já chegou, mas para onde está indo… mas, se você não sabe para onde está indo, qualquer caminho serve.
Aprende que, ou você controla seus atos, ou eles o controlarão… e que ser flexível não significa ser fraco, ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem, pelo menos, dois lados. Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências. Aprende que paciência requer muita prática.
Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cai é uma das poucas que o ajudam a levantar-se.
Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas do que com quantos aniversários você celebrou. Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha.
Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens…
Poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.
Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel.
Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame não significa que esse alguém não o ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.
Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém…
Algumas vezes você tem de aprender a perdoar a si mesmo.
Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado.
Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte.
Aprende que o tempo não é algo que possa voltar.
Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, em vez de esperar que alguém lhe traga flores.
E você aprende que realmente pode suportar… que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida!
Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o bem que poderíamos conquistar se não fosse o medo de tentar."
Romeu e Julieta - Ruth Rocha
O Livro é um encanto! Nos ensina muito a respeito de um dos piores defeitos da humanidade: o Preconceito.
É singelo, maravilhosamente bem escrito, como tudo que a Ruth Rocha escreve.
Conta a história de duas borboletinhas de cores diferentes que queriam brincar juntas e descobrir lugares e cores diferentes. Não deixem de ler!!!
Faixa etária: 6 a 8 anos
Faixa etária: 6 a 8 anos
quarta-feira, 18 de julho de 2012
Sonho de Uma Noite de Verão - William Shakespeare
"Numa noite de verão, num bosque, quatro jovens enamorados encontram-se e desencontram-se: Lisandro ama Hérmia que ama Lisandro e é amada por Demétrio, que é amado por Helena; depois, Demétrio ama Helena, que ama Demétrio e é amada por Lisandro, que é amado por Hérmia. Na manhã seguinte, tudo se resolve, e há um casamento triplo, pois casam-se também o Duque de Atenas e a Rainha das amazonas. Na festa, no palácio do Duque, apresenta-se uma peça de teatro amador, escrita e encenada por trabalhadores locais. É hilariante de tão ruim a "comédia trágica", que teve ensaio naquela noite de verão, naquele bosque, habitado por fadas e duendes que têm seu Rei e sua Rainha, que disputam a guarda de um menino indiano, e por isso esta Rainha apaixona-se, naquela noite de verão, por um mortal com cabeça de burro.
Ação e movimentação, paixões e casamentos, brigas e reconciliações, equívocos e finais felizes. É um Shakespeare muito divertido e nada trágico, um "sonho" originalmente escrito para uma festa de casamento na vida real."
Ação e movimentação, paixões e casamentos, brigas e reconciliações, equívocos e finais felizes. É um Shakespeare muito divertido e nada trágico, um "sonho" originalmente escrito para uma festa de casamento na vida real."
"Esta é a história de Meena, uma garota que simplesmente odiava os livros. Mas ela não conseguia ficar longe deles, porque em sua casa eles estavam por toda parte: nos armários da cozinha, nas gavetas, nas mesas, nos guarda-roupas e nas cômodas. Estavam também sobre o sofá, alguns entulhados na banheira e outros empilhados nas cadeiras.
Mas um dia o gatinho de Meena derrubou uma pilha enorme de livros infantis. Abertas pela primeira vez, as páginas dos livros libertaram os personagens e animais das histórias, que invadiram a sala, fazendo uma grande bagunça. Esse acontecimento mágico fez Meena viajar pelo fantástico mundo da literatura."
Livro: A Menina que Odiava Livros
Autoras: Manjusha Pawagi e Jeanne Franson
Mas um dia o gatinho de Meena derrubou uma pilha enorme de livros infantis. Abertas pela primeira vez, as páginas dos livros libertaram os personagens e animais das histórias, que invadiram a sala, fazendo uma grande bagunça. Esse acontecimento mágico fez Meena viajar pelo fantástico mundo da literatura."
Livro: A Menina que Odiava Livros
Autoras: Manjusha Pawagi e Jeanne Franson
segunda-feira, 16 de julho de 2012
O Segredo e outras histórias de descoberta - Lygia Fagundes Telles
Cia das Letras lança O Segredo – E outras histórias de descoberta: a vida sob o viés da juventude.
Escritos por Lygia Fagundes Telles em fases distintas de sua carreira, os cinco contos reunidos nesta coletânea têm em comum o ponto de vista de uma criança ou de um adolescente. Seja o narrador menina ou menino, seja o tema a descoberta do amor ou a frustração perante um segredo de família, as crianças que figuram no livro não têm nome próprio, tampouco se caracterizam por uma faixa etária específica.
O que as une é a experiência transformadora do amadurecimento, das situações aparentemente banais que se desdobram e se aprofundam e as fazem experimentar a perda de ilusões. Em “Herbarium”, o conto que abre a coletânea, a menina do interior apaixona-se pelo primo mais velho, que chega da cidade grande e lá se hospeda para recuperar-se de uma doença misteriosa. Diante de um sentimento tão profundo e até então desconhecido, sua vida se transforma.
“O segredo”, conto que dá nome ao livro, relata em primeira pessoa o encontro de uma menina, filha do delegado, com “as mulheres da Rua da Viúva, aquelas donas que a gente via de longe com a mesma curiosidade assustada com que víamos os leprosos”. O conto que encerra a coletânea, “A rosa verde”, trata o tema da morte com naturalidade e delicadeza, e tomamos contato, aos poucos, com a imensa tristeza que invade a protagonista.
Fonte: Cia das Letras
http://www.literal.com.br/destaque-medio-home/o-segredo-lygia-em-nova-coletanea-de-contos/
domingo, 15 de julho de 2012
Trecho: "Poliana" - Eleanor H. Porter
O JOGO DO CONTENTE
"— Adoro pão e leite. Faz parte do jogo, Nancy, entende?
— De que jogo está falando, menina?
— O jogo do contente. Papai me ensinou. Começou com as muletas.
— Muletas?!
— Sim, eu tinha pedido uma boneca de Natal, mas na caixa de donativos da igreja, em vez da boneca, veio uma par de muletas. Papai explicou que eu deveria ficar contente por não precisar usar as muletas.
— Contente por ganhar muletas em vez da boneca? Não entendi nada!
— O jogo consiste em encontrar alegria em qualquer situação, Nancy. Se acontecem coisas ruins, o jogo fica mais divertido. Quer ser minha parceira?"
Livro: Poliana
Autora: Eleanor H. Porter
"— Adoro pão e leite. Faz parte do jogo, Nancy, entende?
— De que jogo está falando, menina?
— O jogo do contente. Papai me ensinou. Começou com as muletas.
— Muletas?!
— Sim, eu tinha pedido uma boneca de Natal, mas na caixa de donativos da igreja, em vez da boneca, veio uma par de muletas. Papai explicou que eu deveria ficar contente por não precisar usar as muletas.
— Contente por ganhar muletas em vez da boneca? Não entendi nada!
— O jogo consiste em encontrar alegria em qualquer situação, Nancy. Se acontecem coisas ruins, o jogo fica mais divertido. Quer ser minha parceira?"
Livro: Poliana
Autora: Eleanor H. Porter
Trecho: "Não conte a ninguém" - Harlan Coben
"PARECIA UM SUSSURRO SOMBRIO AO VENTO. Ou talvez um frio na espinha.
Alguma coisa. Uma canção etérea que apenas Elizabeth e eu podíamos ouvir.
Uma tensão no ar. Alguma premonição. Existem desgraças que quase esperamos
na vida – o que aconteceu com meus pais, por exemplo – e existem momentos
sombrios, momentos de súbita violência, que mudam tudo. Havia a minha vida
antes da tragédia. Existe a minha vida agora. As duas têm dolorosamente pouco
em comum."
Livro: Não conte a ninguém
Autor: Harlan Coben
Livro: Não conte a ninguém
Autor: Harlan Coben
Trecho: "A menina que roubava livros" - Markus Zusak
" u m a p e q u e n a t e o r i a
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As pessoas só observam as cores do dia no começo e no fim, mas, para mim, está muito claro que o dia se funde através de uma multidão de matizes e entona- ções, a cada momento que passa. Uma só hora pode consistir em milhares de cores diferentes. Amarelos céreos, azuis borrifados de nuvens. Escuridões enevoadas. No meu ramo de atividade, faço questão de notá-los."
Livro: A Menina que Roubava Livros
Autor: Markus Zusak
As pessoas só observam as cores do dia no começo e no fim, mas, para mim, está muito claro que o dia se funde através de uma multidão de matizes e entona- ções, a cada momento que passa. Uma só hora pode consistir em milhares de cores diferentes. Amarelos céreos, azuis borrifados de nuvens. Escuridões enevoadas. No meu ramo de atividade, faço questão de notá-los."
Livro: A Menina que Roubava Livros
Autor: Markus Zusak
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