domingo, 26 de agosto de 2012



"Enquanto os homens se contentaram com suas cabanas rústicas, enquanto se limitaram a costurar com espinhos ou com cerdas de suas roupas de peles, a enfeitar-se com plumas e conchas, a pintar o corpo com várias cores, a aperfeiçoar ou embelezar seus arcos e flechas, a cortar com pedras agudas alguns instrumentos grosseiros de música - em uma palavra: enquanto só se dedicaram a obras que um único homem podia criar, e às artes que não solicitavam o concurso de várias mãos, viveram tão livres, sadios, bons e felizes quanto o poderiam por sua natureza, e continuaram a gozar entre si das douçuras de um comércio independente; mas, desde o instante em que um homem sentiu necessidade do socorro de outro, desde que se ppercebeu ser útil a um só contar com provisões para dois, desapareceu a igualdade, introduziu-se a propriedade, o trabalho tornou-se necessário e as vastas florestas tranformaram-se em campos aprazíveis que impôs regar com o suor dos homens e nos quais logo se viu a escravidão e a miséria germinarem e crescerem com as colheitas." 

(Jean-Jacques Rousseau, Discurso sobre a Origem e os Fundamentos da Desigualdade entre os Homens. In Os Pensadores, São Paulo, Editora Abril, s/d, vol. 6, p. 264-265, trad. de Lurdes Santos Machado.)

sábado, 25 de agosto de 2012


"Livros pertencem aos seus leitores." (John Green)


Os Três Mosqueteiros em Cordel - Klévisson Viana

Autor: Klévisson Viana 
Ilustrações: Coruja 

Temas: aventura, companheirismo, disputa de poder, política, religião, clássico da literatura universal. 

*A partir de 13 anos 

"A famosa história dos mosqueteiros contada de um jeito todo especial. 'Um por todos e todos por um!' Uma das mais famosas aventuras 'de capa e de espada' que fizeram a delícia de muitas gerações é recontada aqui em formato de cordel. Com uma riqueza de rimas e imagens, o autor presenteia seus leitores com a história dos três mosqueteiros - que eram quatro, pois não se pode esquecer de D'Artagnan! - , fiéis escudeiros do rei francês Luís XIII. Um jeito bem brasileiro de contar uma história conhecida e admirada mundialmente."

Mão que Conta História - Márcia Leite

Autora: Márcia Leite 
Ilustrações: Taline Schubach 

Temas: respeito às diferenças, a importância de contar histórias, o uso da imaginação para resolver problemas. 

*A partir de 7 anos 

"Nesse livro, Márcia Leite nos revela todo seu surpreendente talento narrativo e original capacidade de lidar com as palavras. Ao estabelecer uma história em que as diferenças unem as personagens (que são duas irmãs), uma com deficiência visual e a outra não, a autora nos sensibiliza e nos mostra as possibilidades de um texto literário. Ela nos faz perceber as tantas escritas que o corpo possui. E mais: é olhando com os olhos da alma que Márcia nos diz que outros diálogos são possíveis e que o amor tem muitas mãos."

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

sábado, 18 de agosto de 2012

sexta-feira, 20 de julho de 2012

quinta-feira, 19 de julho de 2012

O Rato - Palavra Cantada


De onde vem o plástico?


Diferença entre MAS e MAIS

MAS: 
(latim magis, mais) 
 conj. 
1. Designativa de oposição (ex.: é um aluno fraco, mas esforçado) ou restrição (ex.: irei, mas com uma condição). 
2. Ora. 
s. m. 2 núm. 
3. Defeito, senão. 
4. Dificuldade, obstáculo. adv. 
5. Indica reforço ou ênfase (ex.: estou cansado, mas muito cansado; mas que estupidez). 
mas também: indica adição; e até (geralmente antecedido por não só). 


 MAIS: 
(latim magis) 
adv. 
1. Em maior quantidade. 
2. Em maior grau. 
3. Outra vez. 
4. Antes, melhor, preferentemente. 
5. Além. 
6. Ainda. 
det. e pron. indef. 
7. Maior quantidade. 
s. m. 
8. O resto, o restante. 
9. Maior quantidade ou maior quantia. 
10. Outra coisa. 
s. m. pl. 
11. Os outros. 
de mais: para além da medida ou da intensidade considerada normal; em demasia ou em excesso. 
de mais a mais: para além do que foi dido anteriormente; ainda em cima. 
mais que tudo: principalmente, mormente, em primeiro lugar. 
por de mais: debalde, inutilmente. em demasia ou em excesso. 


Fonte: Dicionário Priberam

Auto da Compadecida - Ariano Suassuna

"O 'Auto da Compadecida', de Ariano Suassuna, consegue o equilíbrio perfeito entre a tradição popular e a elaboração literária ao recriar para o teatro episódios registrados na tradição popular do cordel. Esta nova edição é revista pelo autor. O livro traz, ainda, o texto de apresentação de Bráulio Tavares e desenhos e pinturas de Romero de Andrade Lima."

Byte Coração - Rita Espeschit

"Este livro fala da 'relação virtual' entre um garoto e uma menina de treze anos e a mãe dele, que consegue, através de mensagens via Internet, reconquistar a amizade e a confiança do seu filho. Em meio a 'nick-names', 'chats', 'bytes' e 'kbytes' as personagens se perdem e se encontram, sofrem, brigam e se entendem, no eterno conflito de sentimentos entre as pessoas. A autora oferece um glossário com alguns termos utilizados na Internet, para aqueles que não estão familiarizados com a rede. "

O Menino que Quase Morreu Afogado no Lixo - Ruth Rocha

"Ronaldinho era um garoto comum, mas com uma característica muito forte: não gostava de arrumação, de limpeza, de jogar lixo fora... Um dia, os pais do Ronaldinho foram viajar e o menino ficou sozinho em casa. Como ele não gostava de arrumação, de limpeza, de jogar lixo fora, a sujeira foi acumulando, acumulando e... Você nem pode imaginar o que aconteceu..."